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Férias com leitura: como fortalecer esse hábito em casa

Quando as férias chegam, a rotina muda. Horários ficam mais flexíveis, compromissos diminuem e o descanso ganha espaço. E, junto com esse cenário, surge uma pergunta muito comum entre os pais: como manter o hábito da leitura durante as férias sem transformar isso em obrigação? No Colégio Alternativo, a leitura é vista como uma ferramenta essencial para o desenvolvimento acadêmico, emocional e social dos alunos. E as férias podem — e devem — ser um momento poderoso para fortalecer esse hábito de forma leve, prazerosa e significativa.   Leitura nas férias: por que isso importa? Durante o ano letivo, a leitura muitas vezes aparece ligada a tarefas, provas e avaliações. Nas férias, ela pode ganhar um novo significado: o prazer de ler por vontade própria. Manter o contato com livros, revistas e outros materiais de leitura ajuda a: Ampliar o vocabulário Desenvolver a imaginação e o pensamento crítico Melhorar a escrita e a interpretação de textos Criar momentos de calma e concentração em meio à rotina mais solta No Colégio Alternativo, a leitura é estimulada como parte da formação integral do aluno, e esse trabalho pode — e deve — continuar em casa, especialmente nas férias.   Crianças: leitura começa pelo exemplo Para os pequenos, o incentivo à leitura passa, principalmente, pelo exemplo dos adultos. Crianças observam, imitam e aprendem com aquilo que veem. Algumas ações simples fazem toda a diferença: Ler perto da criança, mostrando que o livro faz parte da rotina Criar momentos de leitura em família Oferecer livros adequados à idade e aos interesses Respeitar o tempo e o ritmo de cada criança Aqui, o mais importante não é a quantidade de páginas, mas a experiência positiva com a leitura.   Adolescentes: liberdade de escolha é fundamental Na adolescência, insistir demais pode gerar o efeito contrário. Por isso, o segredo está em oferecer opções e respeitar preferências. Quadrinhos, livros de aventura, fantasia, biografias, romances, poesia… tudo isso é leitura. O importante é que o jovem se conecte com o texto. Uma boa dica é: Conversar sobre livros, sem tom de cobrança Indicar leituras, mas permitir a escolha final Valorizar o conteúdo lido, perguntando opiniões e impressões Quando o adolescente percebe que sua escolha é respeitada, a leitura deixa de ser obrigação e passa a ser interesse.   Jovens do Ensino Médio: leitura vai além do vestibular Muitos jovens acreditam que leitura só é importante quando está ligada ao vestibular ou às provas. As férias são uma ótima oportunidade para mostrar que ler também é forma de ampliar visão de mundo, desenvolver argumentos e enriquecer repertório cultural. Mesmo quem “acha que já sabe ler bem” pode: Descobrir novos gêneros Desenvolver mais senso crítico Aprimorar a interpretação de textos No Colégio Alternativo, a leitura é entendida como um pilar para a formação de jovens mais conscientes, preparados e reflexivos — algo que começa muito antes das avaliações.   Criando um ambiente favorável à leitura em casa O ambiente influencia — e muito — o hábito de leitura. Não é preciso ter uma grande biblioteca para incentivar esse costume. Algumas sugestões práticas: Deixar livros visíveis e acessíveis Criar um cantinho confortável para leitura Estabelecer momentos tranquilos, sem telas Visitar bibliotecas ou livrarias durante as férias   Tecnologia e leitura podem caminhar juntas Tablets e até celulares também podem ser aliados da leitura, desde que usados com equilíbrio. Muitos jovens se conectam melhor com textos digitais, e isso não diminui o valor da leitura. O importante é: Orientar o uso consciente Estimular conteúdos de qualidade Alternar leitura digital e impressa   O papel dos pais: incentivo, não cobrança Nenhum hábito se constrói à base de pressão constante. O papel dos pais é incentivar, acompanhar e valorizar, não transformar a leitura em castigo ou obrigação. Perguntas simples ajudam: O que você está lendo? O que achou da história? Qual personagem mais te chamou atenção? Essas conversas fortalecem o vínculo familiar e mostram que a leitura é algo que merece atenção e reconhecimento. Férias passam, o hábito fica As férias são um tempo precioso. Quando a leitura entra nesse período de forma leve e prazerosa, ela deixa marcas que acompanham o aluno ao longo do ano letivo — e da vida. No Colégio Alternativo, acredita-se que formar leitores é formar pessoas mais curiosas, críticas e abertas ao mundo. E esse trabalho ganha ainda mais força quando família e escola caminham juntas.  


Data: 07/01/2026

Comparação prejudica autoestima e desenvolvimento infantil

A comparação entre crianças, mesmo quando feita com intenções positivas, pode provocar impactos profundos no desenvolvimento emocional, social e cognitivo. Frases aparentemente inofensivas como "seu irmão arruma o quarto direitinho" ou "olha como seu colega tira notas boas" criam ambiente de competição velada que fragiliza a autoestima infantil. O problema se intensifica quando essa prática se torna padrão de comunicação entre adultos e crianças. Cada criança possui ritmo próprio de desenvolvimento, influenciado por fatores genéticos, emocionais, ambientais e pedagógicos. Desconsiderar essa individualidade impõe padrões externos que geram frustração e insegurança. A expectativa não cumprida afeta não apenas os adultos que esperam desempenho específico, mas principalmente a forma como a criança se percebe e se relaciona com seu próprio crescimento. Impactos na construção da identidade Crianças expostas constantemente a comparações internalizam a ideia de que são inferiores ou inadequadas. Essa percepção distorcida compromete a construção de identidade saudável porque a criança deixa de olhar para si mesma como indivíduo singular. Em vez de descobrir gostos, limites e capacidades próprias, tenta moldar-se a padrão externo para conquistar aceitação. O uso do verbo "ser" com conotação negativa cria estigmas difíceis de superar. Dizer que a criança "é" desorganizada, lenta ou teimosa faz com que ela incorpore esse papel e aja conforme expectativa alheia. Especialistas em psicologia infantil alertam que essa rotulação confunde comportamento momentâneo com traço de personalidade permanente. "Quando comparamos crianças entre si, ignoramos suas trajetórias individuais e impedimos que desenvolvam autoconhecimento genuíno, essencial para autonomia e confiança", explica Cleunice Fernandes, coordenadora geral do Colégio Alternativo, de Sinop (MT). A busca constante por aprovação externa substitui motivação intrínseca por dependência de validação alheia. A criança aprende a agir não porque acredita em determinado comportamento, mas porque espera elogios ou teme críticas. Esse padrão prejudica formação de valores pessoais sólidos e capacidade de tomar decisões autônomas na adolescência e vida adulta. Efeitos nas relações familiares Comparações entre irmãos criam rivalidades que rompem vínculos afetivos fundamentais. Frases como "aprenda com seu irmão mais velho" ou "ela sim me ajuda" geram disputa por atenção e afeto parental. Irmãos que deveriam ser aliados naturais se tornam competidores em ambiente que deveria oferecer segurança emocional. A criança constantemente colocada como exemplo também sofre pressões específicas. Carregar o peso da perfeição gera medo de errar, dificuldade em lidar com fracassos e ansiedade por manter padrão esperado. Com o tempo, desenvolve bloqueios no aprendizado por receio de não corresponder à imagem criada pelos adultos. Pais que comparam filhos frequentemente repetem padrões vivenciados em suas próprias infâncias. Muitos adultos carregam marcas de comparações negativas recebidas quando crianças. Romper esse ciclo exige consciência e esforço deliberado para construir relações familiares baseadas em aceitação e respeito às diferenças individuais. O distanciamento emocional entre pais e filhos se intensifica quando a criança percebe que afeto parental parece condicionado a desempenho ou comportamento. Sentimentos de rejeição, tristeza e raiva surgem quando o reconhecimento familiar depende de atingir padrões estabelecidos por outras crianças. Consequências no ambiente escolar Professores que usam determinados alunos como "exemplo" constante para os demais reforçam ambiente de competição prejudicial. Essa prática desmotiva estudantes que já enfrentam dificuldades e aumenta pressão sobre aqueles colocados como referência. A comparação injusta entre criança com dificuldades de aprendizado e outra sem os mesmos desafios reforça estigmas e inibe potencial de desenvolvimento. A ansiedade escolar se intensifica quando a criança sente que precisa competir com colegas para conquistar aprovação de educadores. O foco se desloca do aprendizado genuíno para desempenho relativo, comprometendo prazer de descobrir conhecimentos novos. Estudantes desenvolvem aversão a atividades nas quais não se destacam, limitando exploração de interesses diversos. "Comparações frequentes no contexto educacional criam mentalidade fixa onde erros são vistos como fracassos pessoais, e não como oportunidades naturais de aprendizado", destaca Cleunice Fernandes. Colaboração entre alunos diminui quando o ambiente escolar enfatiza competição individual. Crianças deixam de compartilhar conhecimentos ou ajudar colegas com dificuldades porque percebem outros estudantes como ameaças ao próprio reconhecimento. Essa dinâmica empobrece experiência educacional e prejudica desenvolvimento de empatia. Sinais de sofrimento emocional Mudanças bruscas de comportamento podem indicar que a criança está sofrendo com comparações constantes. Isolamento social, desinteresse por atividades antes prazerosas, queda no rendimento escolar e irritabilidade frequente são alertas importantes. Sintomas físicos como dores de cabeça, problemas digestivos e distúrbios do sono também podem manifestar estresse emocional. Crianças pequenas podem expressar sofrimento através de regressões comportamentais: voltar a fazer xixi na cama, exigir colo constantemente ou apresentar birras intensas. Adolescentes tendem a exteriorizar através de agressividade, desafio à autoridade ou, inversamente, submissão excessiva e medo de expressar opiniões. A autocrítica severa em criança muito jovem sinaliza internalização de julgamentos externos. Frases como "sou burro", "não consigo fazer nada direito" ou "todo mundo é melhor que eu" indicam que a comparação está moldando autoimagem negativa. Intervenção precoce através de diálogo acolhedor e, quando necessário, acompanhamento profissional previne danos emocionais duradouros. Estratégias para valorizar individualidade Reconhecer conquistas individuais da criança, comparando seu desempenho atual com momentos anteriores de sua própria trajetória, funciona como incentivo positivo. Mostrar quanto evoluiu ao longo do tempo valoriza esforços concretos e contribui para autoestima. Essa abordagem ensina que crescimento pessoal importa mais que superioridade sobre outros. Elogiar processos e esforços, não apenas resultados finais, desenvolve mentalidade de crescimento. Quando a criança entende que empenho é reconhecido independentemente do desfecho, sente-se confiante para enfrentar desafios e persistir diante de dificuldades. Frases como "percebi quanto você se dedicou" ou "gostei de ver você tentando estratégias diferentes" reforçam aprendizado. Estimular autoconhecimento através de perguntas reflexivas ajuda a criança a desenvolver consciência sobre preferências e habilidades. "O que você achou dessa atividade?", "do que você mais gostou hoje?" ou "o que foi mais difícil para você?" direcionam atenção para experiências internas, e não para comparações externas. Criar tempo individual com cada filho em famílias com múltiplas crianças fortalece vínculos e comunica que cada um é valorizado por suas características únicas. Esses momentos permitem que pais conheçam profundamente cada criança sem interferência de dinâmicas de grupo ou rivalidades fraternais. Comunicação empática e consciente Colocar-se no lugar da criança antes de falar ajuda a evitar comunicações prejudiciais. Imaginar como ela interpretará determinada observação previne danos emocionais não intencionais. Tom, contexto e escolha de palavras fazem diferença significativa na recepção da mensagem. Substituir críticas por descrições de comportamentos específicos facilita compreensão sem rotular. Em vez de "você é bagunceiro", dizer "os brinquedos estão espalhados pelo chão" descreve situação concreta que pode ser modificada. Essa abordagem preserva autoestima enquanto orienta sobre expectativas. Validar emoções da criança quando ela expressa incômodo com comparações demonstra respeito por seus sentimentos. Frases como "entendo que você ficou chateado quando comparei você com seu primo" abrem espaço para diálogo sobre impacto de palavras e comportamentos. Esse reconhecimento fortalece confiança no relacionamento. Para saber mais sobre comparação entre crianças, visite https://experimenteliteratura.com.br/parentalidade/por-que-comparar-criancas-faz-mais-mal-do-que-bem/ e https://psi-anagoncalves.pt/impacto-da-comparacao-nas-criancas-e-adolescentes/  


Data: 05/01/2026

Parceria escola-família: papéis e responsabilidades

A parceria entre escola e família funciona melhor quando cada instituição compreende claramente suas atribuições específicas e reconhece os pontos onde suas responsabilidades se entrelaçam. Essa delimitação não significa criar muros ou distanciamento, mas estabelecer clareza sobre quem faz o quê no complexo processo de educar crianças e adolescentes. Quando ambas as partes entendem seus papéis, a colaboração flui naturalmente e o estudante se beneficia dessa sinergia. A família constitui o primeiro ambiente de formação da criança, onde valores fundamentais são transmitidos e onde a base emocional se estrutura. Nenhuma instituição educacional pode substituir o vínculo afetivo familiar nem assumir integralmente a educação moral que acontece no cotidiano doméstico. Pais e responsáveis estabelecem limites comportamentais, ensinam respeito, cultivam hábitos básicos de convivência e oferecem o suporte emocional que sustenta a criança em todos os ambientes que frequenta. A rotina familiar, incluindo horários de sono, alimentação adequada, higiene pessoal e organização de tempo para estudos em casa, permanece sob responsabilidade direta da família. Essas estruturas básicas influenciam diretamente o desempenho escolar, mas sua implementação e manutenção não cabem à escola. Quando a família negligencia esses aspectos fundamentais, cria lacunas que nenhum projeto pedagógico consegue preencher completamente. O acompanhamento do desenvolvimento emocional também pertence primordialmente à esfera familiar. Identificar mudanças de comportamento, oferecer escuta ativa diante de angústias e medos, buscar apoio profissional quando necessário e criar ambiente seguro para expressão de sentimentos são funções que a família desempenha de forma insubstituível. Atribuições específicas da escola A escola assume responsabilidade pela educação formal, organizando conhecimentos científicos, culturais e artísticos em currículos estruturados que promovem desenvolvimento cognitivo progressivo. Metodologias de ensino, avaliações de aprendizagem, planejamento pedagógico e formação continuada de educadores constituem domínio técnico da instituição escolar. "A escola possui expertise pedagógica para organizar processos de aprendizagem, selecionar conteúdos apropriados a cada faixa etária e avaliar progressos cognitivos", afirma Cleunice Fernandes, coordenadora geral do Colégio Alternativo, de Sinop (MT). A criação de ambientes adequados para aprendizagem, incluindo espaços físicos seguros, recursos didáticos apropriados e clima escolar favorável ao desenvolvimento, compete à gestão escolar. Professores capacitados aplicam metodologias baseadas em evidências, adaptam estratégias conforme necessidades da turma e acompanham individualmente o progresso de cada estudante em relação aos objetivos curriculares. A escola também promove socialização entre pares em contexto diverso do familiar. Conviver com diferenças, resolver conflitos em grupo, colaborar em projetos coletivos e desenvolver habilidades socioemocionais em ambiente estruturado fazem parte da experiência escolar. Embora a família também ensine valores sociais, o contexto escolar oferece oportunidades únicas de vivência prática desses valores com pessoas de diferentes origens. Zonas de interseção e colaboração Algumas áreas demandam atuação conjunta, onde escola e família se complementam sem que uma substitua a outra. A formação de valores como responsabilidade, honestidade e respeito acontece tanto em casa quanto na escola, cada ambiente reforçando princípios através de experiências específicas. Quando família e escola comunicam valores coerentes, a criança internaliza com mais solidez esses princípios éticos. O desenvolvimento de hábitos de estudo exemplifica colaboração necessária. A escola ensina técnicas de organização, métodos de revisão e estratégias de aprendizagem, mas a família cria condições para que essas práticas se estabeleçam em casa. Oferecer espaço adequado, horário regular e ambiente tranquilo para estudos representa contribuição familiar essencial que potencializa o trabalho pedagógico. A comunicação sobre dificuldades acadêmicas ou comportamentais exige diálogo constante. A escola identifica padrões que aparecem no contexto escolar e comunica observações à família. Por sua vez, a família compartilha informações sobre situações domésticas que podem estar afetando o desempenho ou o comportamento da criança. Essa troca permite que ambas as instituições ajustem abordagens de forma coordenada. Quando os limites se confundem Problemas surgem quando uma instituição tenta assumir integralmente papéis da outra. Escolas que tentam suprir totalmente a educação moral ou a estruturação emocional negligenciada pela família se sobrecarregam e desviam energia de suas funções pedagógicas principais. Famílias que transferem completamente à escola a responsabilidade por estabelecer limites comportamentais ou acompanhar o desenvolvimento dos filhos criam dependência prejudicial. "Parceria efetiva não significa diluir responsabilidades, mas sim clarificar quem faz o quê e como cada um apoia o trabalho do outro", observa Cleunice Fernandes. A expectativa de que a escola resolva sozinha problemas comportamentais complexos que têm raízes em dinâmicas familiares ignora que educadores têm formação e função específicas diferentes das de psicólogos ou assistentes sociais. Embora a escola possa identificar sinais e encaminhar para apoio especializado, o acompanhamento terapêutico ou a reestruturação familiar não constituem atribuições escolares. Comunicação como fundamento da parceria Canais abertos de comunicação permitem que escola e família alinhem expectativas e coordenem ações. Reuniões regulares, não apenas para tratar de problemas mas também para celebrar progressos, fortalecem o vínculo. Famílias que participam ativamente dessas interações demonstram aos filhos que valorizam a educação, o que aumenta o engajamento estudantil. Plataformas digitais facilitam comunicação cotidiana, mas não substituem conversas presenciais que constroem confiança e permitem compreensão mais profunda de contextos e nuances. O equilíbrio entre agilidade tecnológica e contato humano define a qualidade da comunicação. Transparência sobre métodos pedagógicos ajuda famílias a compreenderem escolhas da escola e a apoiarem em casa o que acontece na sala de aula. Quando a escola explica por que adota determinada metodologia ou como avalia certos aspectos, reduz mal-entendidos e fortalece a confiança mútua. Respeito às competências de cada instituição Famílias que confiam na expertise pedagógica da escola permitem que professores exerçam seu trabalho profissional sem interferências inadequadas. Questionar métodos é legítimo quando feito de forma respeitosa e em momentos apropriados, mas tentar impor metodologias específicas ou desautorizar decisões pedagógicas em público compromete o ambiente escolar. Escolas que respeitam a diversidade de configurações familiares e valorizam saberes que as famílias trazem criam ambiente inclusivo. Reconhecer que cada família possui sua cultura, seus valores e suas formas de educar, desde que dentro de princípios de respeito e cuidado, amplia possibilidades de parceria genuína. Impacto da parceria bem definida Quando limites ficam claros e responsabilidades são assumidas adequadamente por cada parte, estudantes se beneficiam de ambiente educacional coerente e estruturado. A sensação de segurança que surge quando família e escola trabalham em sintonia favorece aprendizagem e desenvolvimento emocional saudável. A parceria entre escola e família não exige que ambas façam tudo juntas, mas sim que cada uma faça bem sua parte, apoiando e respeitando o trabalho da outra. Clareza sobre fronteiras e responsabilidades, longe de criar distância, estabelece bases sólidas para colaboração efetiva que coloca o desenvolvimento integral do estudante como prioridade compartilhada. Para saber mais sobre parceria entre família e escola, visite https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/educacao/a-importancia-da-relacao-familia-e-escola.htm e https://novaescola.org.br/conteudo/1789/parceiros-na-aprendizagem  


Data: 02/01/2026

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