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Aprendizagem e erro: como transformar enganos em avanço

Errar faz parte do processo de aprendizagem — e isso tem respaldo científico. Pesquisas em neurociência e pedagogia mostram que o cérebro consolida conhecimento de forma mais eficaz quando precisa revisar, corrigir e refazer. O problema não está no erro em si, mas na forma como adultos e instituições reagem a ele. Quando a resposta errada vira motivo de punição ou vergonha, a criança aprende a evitar o risco — e com isso, evita também o aprendizado real. A tradição escolar de avaliar apenas para classificar reforçou durante décadas a ideia de que quem erra fracassa. Provas, notas e rankings colocaram o acerto como único objetivo. O resultado é conhecido: alunos que estudam para passar, não para entender, e que desenvolvem ansiedade crônica diante de qualquer situação de avaliação. O que o erro revela sobre o pensamento do aluno Nem todo erro tem a mesma origem. Há enganos de distração, que desaparecem com uma revisão calma. Há erros de interpretação do enunciado, que indicam necessidade de trabalhar a compreensão de texto. Há falhas conceituais, que exigem retomada do conteúdo com novos exemplos. E há os chamados erros construtivos, nos quais o aluno usa uma lógica própria, coerente com o que sabe até aquele momento, para resolver um problema novo. Esse último tipo é especialmente valioso. Ele mostra como o estudante está pensando e aponta exatamente onde a intervenção do professor precisa chegar. Ignorar essa lógica e apenas apontar o resultado errado desperdiça uma oportunidade de aprendizagem real. "Quando olhamos com cuidado para o erro do aluno, encontramos pistas sobre o que ele já compreende e o que ainda precisa ser trabalhado", afirma Cleunice Fernandes, coordenadora geral do Colégio Alternativo, de Sinop (MT). "Essa leitura muda completamente a forma de ensinar." O papel do professor nesse processo A pedagogia de perguntas é uma das ferramentas mais eficazes nesse contexto. Em vez de buscar apenas a resposta prevista, o professor abre espaço para que o aluno explique como pensou. Essa escuta ativa permite identificar se houve distração, conceito incompleto ou hipótese equivocada — e orienta uma intervenção precisa, não genérica. O feedback é o ponto central. Uma devolutiva objetiva, que mostra onde o raciocínio funcionou e onde precisa de ajuste, orienta o próximo passo com clareza. Comentários vagos como "precisa melhorar" desmotivam. Comentários específicos ensinam. Quando o aluno entende o que já domina e o que ainda não domina, o estudo ganha direção. Criar um ambiente em que errar em público não seja motivo de vergonha também é responsabilidade do professor. Deboche e ironia bloqueiam a participação. Um clima respeitoso, com limites claros e abertura para tentar de novo, encoraja quem costuma se calar e amplia o engajamento de toda a turma. A teoria sustenta essa prática. Para Piaget, a aprendizagem acontece quando a pessoa assimila algo novo aos esquemas que já possui — ou quando precisa reorganizar esses esquemas para lidar com algo que não se encaixa no que já sabia. O desequilíbrio causado pelo erro funciona como gatilho para reorganizar o pensamento. Para Vygotsky, o avanço ocorre quando alguém apoia o estudante exatamente no trecho do caminho que ele ainda não percorre sozinho. Como as famílias podem ajudar em casa A relação da criança com o erro começa a se formar em casa, antes mesmo da escola. Pais que reagem com calma diante de um resultado ruim, que perguntam o que o filho tentou fazer e que valorizam a persistência criam uma base emocional mais sólida para o aprendizado. "Acompanhar sem pressionar é um equilíbrio difícil, mas essencial. A criança precisa sentir que pode errar sem perder a confiança dos adultos ao redor", destaca Cleunice Fernandes. Alguns cuidados práticos fazem diferença. Evitar rótulos como "você é ruim em matemática" ou "não nasceu para isso" é fundamental — esse tipo de afirmação cristaliza identidades e limita escolhas. Dizer que um conteúdo ainda não ficou claro e propor uma retomada calma é uma postura muito mais produtiva. Pais não precisam virar professores. Basta demonstrar interesse, ajudar a organizar a rotina de estudos e acompanhar prazos. Perguntar o que foi aprendido no dia e o que precisa de reforço já cria um hábito de reflexão que a criança vai carregar para a vida escolar inteira. Motivação, autonomia e o gosto por aprender Quando o erro perde o tom de ameaça, a motivação muda de natureza. O aluno que estuda com medo de errar depende de estímulos externos — cobrança, nota, comparação. O aluno que entende o erro como parte do processo começa a se engajar pelo interesse genuíno, pela curiosidade, pelo desafio em si. Atividades práticas e projetos que conectam teoria e ação reforçam esse engajamento. Em contextos onde a regra é experimentar, errar rápido e corrigir rápido, os alunos percebem que o esforço tem valor independentemente do resultado imediato. Essa lógica pode funcionar em qualquer disciplina, desde que a proposta pedagógica convide ao raciocínio e permita diferentes caminhos para chegar à resposta. Com o tempo, os próprios alunos passam a identificar padrões nos próprios erros — percebem que cometem os mesmos tropeços em leitura ou em cálculo e criam estratégias de checagem. Esse olhar para o próprio processo é o início da autorregulação, uma habilidade que vale dentro e fora da escola. Uma aprendizagem que trata o erro com responsabilidade e orientação constrói conhecimento mais sólido, amplia a tolerância à frustração e desenvolve alunos mais autônomos. Essa mudança simples transforma a experiência de estudar. Para saber mais sobre aprendizagem, visite https://brasil.bettshow.com/bett-blog/pedagogia-erro e https://institutoayrtonsenna.org.br/aprender-errando-como-a-resiliencia-emocional-contribui-para-a-motivacao-para-aprender/  


Data: 27/02/2026

Melhores do Ano 2026 celebra talentos do Colégio Alternativo

O Colégio Alternativo realizou, mais uma edição do tradicional evento Melhores do Ano, uma homenagem especial aos cerca de 200 alunos que se destacaram por mérito acadêmico ao longo de 2025. A cerimônia, que já acontece há mais de 20 anos, é considerada a mais importante honraria concedida pela instituição aos estudantes que alcançam alto rendimento e demonstram dedicação constante aos estudos. Mais do que uma premiação, o evento representa o reconhecimento público do esforço, da disciplina e da busca pela excelência. É um momento de celebração coletiva, em que instituição, professores, colegas e famílias compartilham o orgulho pelas conquistas alcançadas. Ao longo de duas décadas, o Melhores do Ano consolidou-se como uma tradição aguardada com expectativa por toda a comunidade escolar. Ele não apenas reconhece resultados, mas reforça valores que fazem parte da essência do Colégio Alternativo: comprometimento, responsabilidade e superação. Reconhecimento que valoriza o esforço A homenagem foi destinada aos alunos que atingiram médias de destaque ao longo do ano letivo de 2025. Os estudantes que conquistaram média igual ou superior a 8 receberam a Medalha de Prata. Já aqueles que alcançaram média igual ou superior a 9 foram agraciados com a Medalha de Ouro, símbolo máximo de excelência acadêmica. Cada aluno homenageado subiu ao palco para receber seu certificado e um boton significativo, que representa não apenas o resultado, mas todo o percurso construído ao longo do ano. O momento foi marcado por aplausos, emoção e reconhecimento. O prêmio é considerado a mais importante honraria acadêmica do colégio justamente por traduzir, de forma concreta, o empenho diário de cada estudante. Não se trata apenas de notas altas, mas de constância, organização, responsabilidade e compromisso com o próprio desenvolvimento. Ao valorizar o mérito acadêmico, o Colégio Alternativo reforça a importância da dedicação e do foco. Em um cenário educacional   que exige cada vez mais preparo e autonomia, reconhecer o esforço é também incentivar que os alunos mantenham o olhar voltado para seus objetivos. Um momento de orgulho para famílias e colegas A cerimônia contou com a presença das famílias que acompanharam cada entrega com emoção visível. Para muitos pais, ver o filho ou a filha sendo homenageado diante de toda a comunidade escolar é motivo de profunda satisfação. É a confirmação de que o incentivo, o acompanhamento e o apoio ao longo do ano fizeram a diferença. O evento cumpre, assim, um papel que vai além do reconhecimento individual: ele se torna um estímulo coletivo.  Tradição que inspira novas conquistas Com mais de duas décadas de história, o Melhores do Ano tornou-se parte da identidade do Colégio Alternativo. Ao longo desses anos, centenas de estudantes já foram homenageados, muitos deles seguindo trajetórias acadêmicas e profissionais de destaque. O evento, portanto, também simboliza continuidade e legado. Reconhecer o mérito acadêmico é uma forma de incentivar a cultura da excelência. Quando a escola valoriza o desempenho e destaca o alto rendimento, ela comunica com clareza que dedicação e responsabilidade são caminhos sólidos para o sucesso. Além disso, a premiação fortalece o vínculo entre escola e família. Ao compartilhar a conquista, todos se sentem parte do resultado. O orgulho é coletivo: da instituição que forma, dos professores que orientam, dos pais que acompanham e, principalmente, dos alunos que se dedicam. Mais do que medalhas de prata e ouro, certificados e botons, o que se construiu ali foi um exemplo vivo de que o empenho vale a pena. Veja mais no blog: Protagonismo | Colégio Alternativo e Mostra de projetos 2025 | Colégio Alternativo


Data: 25/02/2026

Por que tantos alunos tropeçam logo nos primeiros meses do Ensino Médio?

Cerca de 30% dos estudantes brasileiros apresentam queda no desempenho escolar no primeiro ano do Ensino Médio. A estatística revela o tamanho do desafio que essa transição representa — e mostra que preparação e acompanhamento fazem toda a diferença para atravessá-la com menos tropeços. A mudança começa logo nas primeiras semanas. O número de disciplinas aumenta, os conteúdos ficam mais densos e as avaliações passam a exigir capacidade de argumentação e interpretação de textos mais complexos. Se no Fundamental o aluno lidava com um ou dois professores principais, agora precisa se adaptar a estilos diferentes de aula e critérios distintos de avaliação. Para quem não está preparado, esse conjunto de mudanças pode gerar ansiedade e queda na motivação. A gestão do tempo é uma das primeiras dificuldades a aparecer. Tarefas se acumulam, prazos se cruzam e, sem uma rotina organizada, o aluno logo se vê sobrecarregado. Criar um calendário semanal, definir horários fixos para estudar e organizar um espaço adequado para as tarefas são medidas simples que fazem diferença real. Lacunas que o Fundamental deixou Nem todos chegam ao Ensino Médio com a mesma base. Dificuldades em leitura, escrita e raciocínio matemático são comuns e, quando não identificadas cedo, comprometem o acompanhamento das aulas. "A entrada no Ensino Médio expõe lacunas que vinham se acumulando há anos. Em Sinop e em todo o Brasil, percebemos que os alunos com mais dificuldades são justamente aqueles que não receberam atenção individualizada no momento certo", observa Cleunice Fernandes, coordenadora geral do Colégio Alternativo, de Sinop (MT). Um diagnóstico feito no início do ano letivo permite à escola mapear essas lacunas e oferecer suporte direcionado. Grupos de reforço, monitorias entre alunos e acompanhamento pedagógico individual são estratégias que ajudam o estudante a recuperar o terreno perdido sem comprometer o ritmo da turma. A matemática e a escrita como pontos críticos Entre as disciplinas, matemática e língua portuguesa concentram as maiores dificuldades. Na matemática, a abstração aumenta: álgebra, funções e geometria analítica exigem um raciocínio formal que muitos alunos ainda não desenvolveram. Em português, o problema está na escrita — produzir textos argumentativos, dissertações e relatórios requer prática constante e orientação clara sobre critérios de avaliação. Quando o professor explica o que é esperado e oferece devolutivas construtivas, o aluno entende que o erro faz parte do processo e passa a encarar as avaliações com menos medo. A transparência nos critérios é, muitas vezes, o que separa um estudante travado de um que evolui. Adaptação social e identidade A dimensão emocional não pode ser ignorada. A adolescência é um período de busca por identidade e pertencimento, e a chegada a um novo ambiente escolar — muitas vezes com colegas diferentes e alunos mais velhos — pode gerar insegurança. Atividades de integração nas primeiras semanas, projetos colaborativos e espaços de escuta ajudam o estudante a criar vínculos e a se sentir parte do ambiente. "Quando o aluno se sente acolhido, ele aprende melhor. O senso de pertencimento é tão importante quanto o conteúdo", acrescenta Cleunice Fernandes. Cuidar da saúde mental também é parte da rotina escolar. Sono irregular, estresse e uso excessivo de telas são fatores que interferem diretamente no desempenho. Escola e família precisam orientar o equilíbrio entre estudo, descanso e lazer — sem culpa e sem cobranças exageradas. O papel da família nesse processo Em casa, o apoio precisa ser presente, mas não invasivo. Acompanhar prazos, perguntar sobre o dia a dia escolar e demonstrar interesse genuíno pelas conquistas são atitudes que transmitem segurança sem tirar a autonomia do jovem. Quando o estudante percebe que pode contar com a família, enfrenta os desafios com mais equilíbrio. A comunicação entre pais e escola também é fundamental. Reuniões de início de ano, canais abertos para dúvidas e atualizações sobre o desempenho do aluno permitem que os responsáveis se envolvam sem interferir no processo pedagógico. Preparação começa antes do primeiro dia Idealmente, a transição para o Ensino Médio começa ainda no nono ano do Fundamental. Apresentar as mudanças que virão, visitar o novo espaço escolar e conversar sobre expectativas reduz o impacto emocional do início. Estudantes que chegam informados adaptam-se mais rápido e com menos desgaste. As dificuldades na entrada do Ensino Médio são reais, mas previsíveis — e, portanto, superáveis. Com planejamento, suporte pedagógico adequado e parceria entre escola e família, essa transição deixa de ser um obstáculo e se torna o que deveria ser: o início de uma das fases mais ricas da formação escolar. Para saber mais sobre Ensino Médio, visite https://www.melhorescola.com.br/artigos/como-fazer-uma-boa-transicao-do-ensino-fundamental-para-o-medio e https://www.educamaisbrasil.com.br/etapa-de-formacao-e-series/ensino-medio


Data: 23/02/2026

Colégio Alternativo

Porque estudar em nosso Colégio?

O Colégio Alternativo, referência de excelência educacional em Sinop e região, tem como missão promover a formação integral dos alunos, por meio de metodologias ativas que possibilitam a aquisição de competências nas mais diversas esferas: cognição, gestão da emoção, criatividade, criticidade e ética. Em uma perspectiva inovadora, o Colégio Alternativo acredita em uma educação transformadora, a qual contribui para o desenvolvimento de cidadãos, que não só lutam por seus direitos, como também cumprem seus deveres.

Para o cumprimento de uma meta tão arrojada, configuram-se como pilares da instituição: o trabalho colaborativo, a responsabilidade, a inovação tecnológica, o protagonismo, a formação integral e a educação para a cidadania.

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Porque estudar na nossa Escola?

Para nós, uma educação de excelência se faz com ótimos professores, com um material didático de ponta, com um ambiente de aprendizagem estimulante e confortável, com acolhimento, com projetos eficientes, desde que tudo isso esteja junto.

A Nossa Escola tem como meta preparar o aluno para viver a vida hoje, para que continuem se desenvolvendo sempre. Isso se faz todos os dias, com uma escola vibrante, atual e envolvente. Oferecemos o preparo necessário para os desafios da vida. Pautamos a nossa proposta pedagógica em três pilares: acadêmico, socioemocional e inovação.

Reunimos o que há de melhor para que os alunos alcancem suas metas e desenvolvam as suas potencialidades. Contamos com professores especialistas: NOSSA EQUIPE; e infraestrutura adaptada para cada idade: QUEM SOMOS.

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Aluno