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Educação financeira para crianças no dia a dia

Crianças que crescem em contato com decisões financeiras reais — mesmo que simples — desenvolvem noções de planejamento, limite e responsabilidade muito antes de precisar administrar o próprio dinheiro. A educação financeira, quando inserida naturalmente na rotina familiar, não exige materiais didáticos nem aulas formais: acontece no supermercado, na mesada, nas escolhas do dia a dia. No Brasil, o endividamento das famílias atingiu níveis recordes nos últimos anos. Dados do Banco Central indicam que mais de 78% das famílias brasileiras tinham algum tipo de dívida em 2023. Esse cenário reforça a urgência de formar, desde cedo, uma geração com relação mais equilibrada com o dinheiro. A idade certa para começar Entre três e cinco anos, a criança já consegue compreender noções básicas de troca: que para ter algo é preciso dar algo em troca, e que o dinheiro não é ilimitado. Nessa fase, o aprendizado deve ser leve e concreto — acompanhar a compra no mercado, entender por que não é possível levar tudo o que deseja, participar da escolha entre opções dentro de um orçamento. Dos seis aos nove anos, o conceito de mesada pode ser introduzido com propósito claro. A criança passa a administrar um valor fixo, decidir como gastá-lo e lidar com as consequências dessas escolhas. Se gastar tudo rapidamente, aprende na prática o que significa planejar melhor. Não há lição mais eficaz do que a experiência direta. A partir dos dez anos, é possível avançar para temas como a diferença entre desejo e necessidade, consumo consciente e os primeiros conceitos de poupança com objetivo definido. Na adolescência, temas como juros, endividamento e planejamento de médio prazo passam a fazer sentido e podem ser discutidos com mais profundidade. O exemplo fala mais alto "A educação financeira começa muito antes de qualquer conversa sobre dinheiro", afirma Cleunice Fernandes, coordenadora geral do Colégio Alternativo, de Sinop (MT). "As crianças observam como os adultos ao redor delas fazem escolhas, e é aí que os primeiros valores se formam." Essa observação reflete o que pesquisas em psicologia comportamental confirmam: filhos de pais que planejam compras, evitam desperdícios e falam abertamente sobre finanças tendem a reproduzir esses padrões. O contrário também se aplica — impulsividade e falta de controle financeiro deixam marcas que frequentemente se repetem na vida adulta. Isso não significa expor as crianças a problemas financeiros da família, mas sim incluí-las, na medida certa, em pequenas decisões. Comparar preços juntos, planejar uma compra maior com antecedência, conversar sobre por que determinada compra precisa esperar — essas situações ensinam mais do que qualquer explicação teórica. A mesada como ferramenta educativa Quando bem estruturada, a mesada é um dos instrumentos mais eficazes de educação financeira na infância. O valor deve ser compatível com a realidade da família e acompanhado de orientação sobre o que se espera que a criança cubra com esse dinheiro. Uma prática recomendada por educadores financeiros é dividir a mesada em três partes: uma para gastos imediatos, outra para poupar com objetivo definido e uma terceira para doação. Essa divisão introduz conceitos importantes de forma prática: planejamento, disciplina e empatia. O erro mais comum é transformar a mesada em recompensa por tarefas domésticas. Colaborar com a casa é responsabilidade de todos os membros da família, não uma prestação de serviço remunerada. Misturar esses conceitos pode criar uma relação distorcida com o trabalho e com o dinheiro. Consumo consciente e sustentabilidade "Quando a criança entende que recursos são limitados — tanto financeiros quanto naturais — ela começa a fazer escolhas mais conscientes em todas as áreas da vida", reforça Cleunice Fernandes. A ligação entre educação financeira e sustentabilidade é mais direta do que parece. Consumir com consciência significa perguntar se algo é realmente necessário antes de comprar, valorizar o que já se tem e entender que o desperdício tem custo — financeiro e ambiental. Crianças que aprendem a questionar o consumo impulsivo carregam esse hábito para outras áreas. Projetos simples em casa reforçam essa mentalidade: calcular o quanto se gasta por mês com algo desnecessário, pesquisar alternativas mais baratas ou sustentáveis, planejar o cardápio da semana para evitar desperdício de alimentos. São exercícios que desenvolvem raciocínio prático e consciência sobre o impacto das escolhas. Tecnologia e dinheiro digital Crianças e adolescentes de hoje convivem com meios de pagamento digitais desde cedo — carteiras virtuais, Pix, compras por aplicativo. Essa familiaridade facilita algumas coisas, mas cria riscos que precisam ser abordados. O dinheiro digital tem uma característica que complica o aprendizado financeiro: não é visível. Quando se paga com cartão ou por aplicativo, a sensação de gasto é menor do que quando se entrega dinheiro físico. Isso torna mais difícil para crianças — e para muitos adultos — perceber o impacto real dos gastos. Por isso, para crianças menores, o dinheiro físico ainda é o melhor instrumento de aprendizado. Ver as cédulas diminuírem na carteira é uma experiência concreta de limite que o pagamento digital não reproduz com a mesma clareza. Para adolescentes, o passo seguinte é entender como funcionam as transações eletrônicas, os riscos de compartilhar dados, como identificar golpes e a diferença entre crédito e débito. Esses temas são parte indispensável da educação financeira contemporânea. O papel da escola A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) inclui educação financeira como tema transversal, reconhecendo sua importância na formação integral dos estudantes. Na prática, isso significa que o tema pode e deve aparecer em diferentes disciplinas — matemática, história, geografia, ciências — sem se restringir a uma aula específica. Simulações de orçamento, feiras de trocas, projetos de empreendedorismo escolar e discussões sobre consumo consciente são estratégias que aproximam o conteúdo da realidade dos alunos. Quando o estudante planeja, calcula, decide e avalia resultados dentro de um projeto escolar, ele está exercitando as mesmas habilidades que precisará ao administrar suas finanças na vida adulta. A parceria entre escola e família potencializa esse aprendizado. Quando os conceitos trabalhados em sala encontram reforço nas práticas do cotidiano doméstico, a formação se torna mais sólida e duradoura. Para saber mais sobre educação financeira, visite https://www.serasa.com.br/blog/educacao-financeira-para-filhos/ e https://leiturinha.com.br/blog/dicas-para-falar-de-educacao-financeira/?srsltid=AfmBOoqU5Pg6lH5hN4yaQHfRzmtxgSS7T5uBq964bGmkCMOwZAi6priA  


Data: 20/02/2026

Colégio Alternativo recebe pais na 1ª Reunião do Ano

O ano letivo começa muito antes do primeiro conteúdo aplicado em sala. Ele começa no planejamento, na organização dos espaços, na preparação dos professores — e, principalmente, no alinhamento com as famílias. Foi com esse espírito que o Colégio Alternativo realizou a 1ª Reunião de Pais de 2026. Mais do que um encontro informativo, o momento marcou o início oficial da parceria entre escola e família, reforçando um princípio que guia todo o trabalho pedagógico: educar é uma construção conjunta. Durante quatro noites organizadas por segmentos — Ensino Médio, Educação Infantil e Ensino Fundamental — famílias, professores, coordenadores e gestor se reuniram para conversar, esclarecer dúvidas e alinhar expectativas. Cada encontro foi pensado para atender às especificidades de cada etapa escolar, garantindo que todos saíssem com informações claras e segurança para o início do ano.   Transparência que constrói confiança No Colégio Alternativo, a relação com as famílias é direta e transparente. A escola acredita que confiança se constrói com diálogo aberto, clareza nas informações e presença constante. Na reunião, os pais conheceram a proposta pedagógica, entenderam a rotina escolar e descobriram como funciona o acompanhamento dos alunos ao longo do ano. Professores explicaram metodologias, formas de avaliação, estratégias de apoio e projetos planejados para 2026. A coordenação detalhou como acompanha o desenvolvimento acadêmico e emocional dos estudantes.  Esse contato próximo faz diferença. Quando os pais compreendem como a escola trabalha, eles se tornam parceiros ativos no processo educativo. Conseguem orientar melhor os filhos em casa, apoiar nos estudos e manter um diálogo mais produtivo com a equipe pedagógica. Ser uma escola transparente significa compartilhar objetivos, estratégias e desafios. Significa manter portas abertas, ouvir sugestões e estar disponível para construir soluções em conjunto. E é exatamente essa postura que o Colégio Alternativo assume desde o primeiro encontro do ano.   Tudo planejado com intenção e afeto Por trás de cada reunião, existe um trabalho cuidadoso de organização. O Colégio Alternativo inicia o ano letivo com planejamento estruturado, metas definidas e propostas pedagógicas alinhadas às necessidades de cada segmento.   Mas planejamento, aqui, não significa rigidez. Significa preparo A equipe pedagógica se organiza para acolher cada turma, conhecer cada estudante e acompanhar de perto o desenvolvimento individual. Esse olhar atento permite intervenções rápidas quando surgem dificuldades e potencializa talentos quando aparecem oportunidades. O afeto também orienta as decisões. A escola entende que o ambiente emocional influencia diretamente a aprendizagem. Por isso, investe em relações respeitosas, escuta ativa e comunicação constante. Professores não apenas ensinam conteúdo — eles orientam, motivam e acompanham. Durante a reunião, as famílias puderam perceber esse cuidado nos detalhes. Na forma como os professores apresentaram suas propostas, na clareza das explicações, na abertura para perguntas e no interesse genuíno em estabelecer uma relação de parceria.   Parceria que acompanha o aluno o ano inteiro A 1ª Reunião de Pais não é um evento isolado. Ela representa o ponto de partida de uma relação que se mantém ao longo de todo o ano letivo. No Colégio Alternativo, a comunicação com as famílias é contínua. Esse modelo fortalece a corresponsabilidade. A escola assume seu papel pedagógico com seriedade e preparo. A família participa ativamente, acompanha, orienta e reforça valores em casa.  Durante os encontros, muitos pais destacaram a importância de poder conversar diretamente com os professores e coordenadores. Esse contato aproxima, humaniza e fortalece vínculos.  A reunião também permitiu que as famílias compreendessem melhor o papel de cada agente no processo educativo. Essa clareza evita ruídos e fortalece a cooperação. Assim, o Colégio Alternativo inicia 2026 reafirmando seu propósito. Planejamento estruturado, equipe engajada e parceria verdadeira com as famílias formam a base para um ano produtivo, acolhedor e cheio de conquistas. Porque educar é caminhar junto.    Veja mais no blog: Olimpíadas Unemat | Colégio Alternativo e  Aprendizagem e projetos | Colégio Alternativo    


Data: 18/02/2026

Feedback eficaz impulsiona aprendizado e autonomia escolar

Devolutivas intencionais e bem estruturadas fazem a diferença entre um estudante que apenas cumpre tarefas e outro que compreende seu próprio processo de aprendizagem. Pesquisas em pedagogia mostram que o feedback eficaz pode aumentar o desempenho acadêmico em até 30%, desde que seja específico, oportuno e orientado a critérios claros. A questão central não é se o trabalho está certo ou errado, mas como o estudante pode avançar a partir do ponto em que se encontra. Quando um professor oferece comentários vagos como "precisa melhorar" ou "bom trabalho", perde a oportunidade de criar uma ponte real entre o desempenho atual e os próximos passos. Por outro lado, devolutivas que apontam especificamente qual aspecto da argumentação ficou confuso, que conceito matemático precisa ser revisitado ou que estratégia de leitura pode ser aplicada transformam o retorno em instrumento pedagógico concreto. O estudante sabe exatamente o que fazer, não apenas que algo está incompleto. Timing determina a utilidade do retorno A proximidade temporal entre a realização da tarefa e o recebimento do feedback influencia diretamente sua eficácia. Quanto mais rápido o estudante recebe orientações, maior a probabilidade de conectar os comentários ao raciocínio que estava desenvolvendo e de aplicar ajustes enquanto o conteúdo ainda está fresco na memória. Devolutivas que chegam semanas depois, sem possibilidade de refazer ou aplicar em nova atividade, perdem grande parte de seu valor formativo. Isso não significa que todo retorno precise ser instantâneo. Em produções complexas, como redações ou projetos de pesquisa, uma combinação de orientações durante o processo e uma devolutiva mais detalhada ao final cria um ciclo rico de aprendizagem. O importante é que exista oportunidade real de aplicar o que foi apontado, seja em uma reescrita, seja em uma próxima atividade similar. "Quando os estudantes recebem feedback enquanto ainda podem agir sobre ele, desenvolvem senso de progressão e controle sobre a própria aprendizagem", observa Cleunice Fernandes, coordenadora geral do Colégio Alternativo, de Sinop (MT). Essa percepção de que é possível melhorar através de esforço direcionado constrói autoeficácia e reduz a ansiedade relacionada a avaliações. Critérios claros tornam o feedback compreensível Estudantes não podem atender expectativas que desconhecem. Quando os critérios de avaliação são explicitados antes da tarefa, o feedback ganha contexto e sentido. Se o professor deixa claro que espera argumentos sustentados por evidências, uso adequado de conectivos e conclusão articulada com a tese, os comentários podem se referir especificamente a esses elementos. Matrizes de avaliação ou rubricas que descrevem diferentes níveis de desempenho ajudam o estudante a situar seu trabalho e a visualizar o que caracteriza uma produção mais elaborada. Quando recebe devolutiva indicando que sua argumentação está no nível intermediário porque apresenta evidências mas não as conecta claramente à tese, ele compreende tanto o reconhecimento do que já faz quanto a direção para progredir. Essa transparência reduz a percepção de arbitrariedade nas avaliações e constrói confiança na relação pedagógica. O estudante entende que está sendo avaliado segundo parâmetros objetivos, não segundo preferências subjetivas ou humor do momento. Isso também facilita o diálogo: quando há critérios compartilhados, estudante e professor podem discutir evidências concretas do trabalho. Efeitos na motivação e no engajamento O tipo de feedback que um estudante recebe molda sua motivação para aprender. Comentários que reconhecem esforço e estratégias eficazes, ao mesmo tempo que apontam caminhos concretos de melhoria, alimentam a motivação intrínseca. O estudante passa a valorizar o processo de aprender, não apenas a nota final. Por outro lado, devolutivas que comparam estudantes entre si, que enfatizam apenas erros sem reconhecer acertos ou que oferecem críticas genéricas tendem a reduzir o engajamento. Adolescentes são particularmente sensíveis à forma como o retorno é dado. Uma devolutiva que soa desrespeitosa ou irônica pode levar ao desinteresse, mesmo que contenha informações úteis. Gerações que cresceram em ambientes digitais estão habituadas a interações frequentes e esperam retornos regulares sobre seu desempenho. Em vez de interpretar essa expectativa como impaciência, educadores podem aproveitá-la para estabelecer rotinas previsíveis de devolutiva. Quando o estudante sabe que terá comentários sobre rascunhos, que poderá revisar antes da entrega final e que receberá orientações específicas, ele se engaja de forma mais intencional desde o início da tarefa. Autonomia construída através de devolutivas consistentes A repetição de ciclos de produção, feedback e revisão ensina o estudante a antecipar critérios, a revisar o próprio trabalho antes de entregar e a identificar onde precisa de apoio. Com o tempo, ele internaliza perguntas que o professor fazia externamente: minha argumentação está clara? As evidências sustentam minha tese? A estrutura do texto facilita a compreensão? Essa metacognição, capacidade de pensar sobre o próprio pensamento e aprendizagem, é um dos objetivos centrais da educação. Quando bem orientado por feedback consistente, o estudante desenvolve autonomia intelectual que será útil em todas as áreas da vida. Ele aprende a estabelecer metas, a monitorar seu progresso, a ajustar estratégias quando algo não funciona e a persistir diante de desafios. "O feedback de qualidade ensina o estudante a se tornar o próprio avaliador mais criterioso, desenvolvendo capacidade de autocorreção e aperfeiçoamento contínuo", destaca Cleunice Fernandes. Essa habilidade é especialmente valiosa em contextos de aprendizagem autônoma, como cursos online, preparação para vestibulares ou projetos pessoais de estudo. A autoavaliação é outro componente importante desse processo. Quando estudantes comparam seu trabalho com critérios estabelecidos, identificam pontos fortes e áreas de melhoria e propõem próximos passos, estão desenvolvendo as mesmas competências que receberão através do feedback docente. Essas práticas não substituem a devolutiva do professor, mas a potencializam. Desafios práticos e soluções possíveis Professores frequentemente apontam a falta de tempo como principal obstáculo para oferecer feedback detalhado. Com turmas grandes e múltiplas disciplinas, comentar individualmente cada produção pode parecer inviável. Uma estratégia é concentrar-se no aspecto mais relevante de cada tarefa, alternando focos ao longo do período letivo. Em um trabalho, priorizar a estrutura argumentativa. Em outro, enfatizar o uso de evidências. Em um terceiro, focar na clareza da escrita. Outra dificuldade comum é que estudantes nem sempre leem os comentários com atenção ou não sabem o que fazer com eles. Reservar tempo de aula para que leiam as devolutivas, tirem dúvidas e planejem revisões resolve parte do problema. Atribuir valor à reescrita, permitindo que versões melhoradas substituam a avaliação inicial, também incentiva o aproveitamento do feedback. Há ainda o receio de que devolutivas críticas desmotivem. O equilíbrio está em reconhecer genuinamente o que foi bem executado, mesmo em trabalhos com muitas lacunas, e em oferecer orientações que o estudante perceba como viáveis. Comentários que apontam dez problemas diferentes tendem a paralisar. Focar em dois ou três aspectos prioritários e oferecer exemplos ou recursos para melhorá-los torna a tarefa de revisão mais manejável. Para saber mais sobre feedback, visite https://cirandadelivro.com.br/a-importancia-do-feedback-constante-para-o-desenvolvimento-dos-alunos/ e https://g1.globo.com/educacao/noticia/2020/01/06/o-que-motiva-as-criancas-a-aprenderem-e-o-que-nao-funciona.ghtml


Data: 16/02/2026

Colégio Alternativo

Porque estudar em nosso Colégio?

O Colégio Alternativo, referência de excelência educacional em Sinop e região, tem como missão promover a formação integral dos alunos, por meio de metodologias ativas que possibilitam a aquisição de competências nas mais diversas esferas: cognição, gestão da emoção, criatividade, criticidade e ética. Em uma perspectiva inovadora, o Colégio Alternativo acredita em uma educação transformadora, a qual contribui para o desenvolvimento de cidadãos, que não só lutam por seus direitos, como também cumprem seus deveres.

Para o cumprimento de uma meta tão arrojada, configuram-se como pilares da instituição: o trabalho colaborativo, a responsabilidade, a inovação tecnológica, o protagonismo, a formação integral e a educação para a cidadania.

Diferenciais

Nossa escola também é DIGITAL e os alunos tem a disposição a nova era da Educação! Confira nossas Edtechs.

Segmentos de Ensino

Porque estudar na nossa Escola?

Para nós, uma educação de excelência se faz com ótimos professores, com um material didático de ponta, com um ambiente de aprendizagem estimulante e confortável, com acolhimento, com projetos eficientes, desde que tudo isso esteja junto.

A Nossa Escola tem como meta preparar o aluno para viver a vida hoje, para que continuem se desenvolvendo sempre. Isso se faz todos os dias, com uma escola vibrante, atual e envolvente. Oferecemos o preparo necessário para os desafios da vida. Pautamos a nossa proposta pedagógica em três pilares: acadêmico, socioemocional e inovação.

Reunimos o que há de melhor para que os alunos alcancem suas metas e desenvolvam as suas potencialidades. Contamos com professores especialistas: NOSSA EQUIPE; e infraestrutura adaptada para cada idade: QUEM SOMOS.

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Dâmaris Appel

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MILENA GABRIELA KRIESER

Aluno